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PEDRO ANTUNES

 

 

Nasceu em Brasília, no dia 14 de julho. Está terminando o curso de Administração na UnB e é estagiário na Câmara dos Deputados. É professor de guitarra, violão e violão clássico na BSB Musical. Sempre morou em Brasília, e acha a cidade  “boa, com muito verde, um céu maravilhoso, mas fora da rota cultural do país e beeeeeeeeeem longe da praia”.

 

Começou a se interessar por música bem cedo ao escutar um amigo tocando a música 1, 2, 3, 4 da extinta banda Little Quail. A partir daí conheceu bandas como Iron Maiden, Megadeth, Metallica. Aos 13 anos pediu uma bateria para os pais e acabou ganhando uma guitarra, pois moravam em apartamento. Durante muitos anos teve aulas na Music Makers com o professor formado em Berkeley, Califórnia, Eduardo Brito. Depois seguiu seu próprio caminho e se tornou autodidata.

 

Toca guitarra, violão e violão clássico. Toca baixo como se fosse guitarra e faz bastante barulho na bateria.

 

Já se aventurou em algumas letras, mas assume que não se sente seguro e nem tem um processo criativo pré-definido para isso. Mas já compôs e gravou algumas músicas para a banda Chester e gravou um CD solo de música eletrônica com guitarra. Gosta de compor músicas instrumentais, melodias, riffs, progressões harmônicas durante seu treino diário, em média de 3 horas por dia. Grava em seu computador para não esquecê-las, sendo que muitas vezes grava a música inteira, programando bateria, baixo, teclados e efeitos em programas específicos.

 

Formou algumas bandas, sendo que a maioria não saiu de dentro do estúdio, A que mais marcou foi a Chester, com a qual teve oportunidade de tocar em diversos lugares, dar entrevistas em rádio, aparecer em televisão, essas coisas que fazem parte do caminho e do aprendizado. Sempre recebeu bastante incentivo da família, e faz o possível para tocar todos os dias, não por obrigação, mas porque sente prazer com isso. Gosta de improvisar sempre, de surpreender a si mesmo.

 

Tem um gosto musical bastante eclético. Não pode faltar sertanejo na agropecuária, eletrônica na balada e nem axé na praia. Mas suas maiores influências vêm do rock e do metal. É fã de bandas como Dream Theater, Megadeth, Helloween e de guitarristas como Joe Satriani, Steve Vai, Malmsteen, Frank Gambale. E é apaixonado por qualquer coisa feita nos anos 80: de Cindy Lauper e Madonna a Anthrax e Van Halen. A parte vergonhosa, diz ele, está em gostar de Robbie Williams e adorar músicas natalinas, principalmente por causa dos guizos.

 

Leia entrevista